É esse desejo enorme de gritar, arrancar do fundo das minhas muitas almas, o que realmente importa. A vontade de repetir inúmeras vezes até perder a voz sem medo de banalizar, pois sei que é real. A necessidade, sim, necessidade de fazer-me entender e transmitir o que sinto sem nunca esperar uma resposta. Apenas dizer o que sinto. O que me constitui. O que me consome.
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