Todos os dias, como uma leve brisa, vem o pesar.
Todos os dias, por volta da madrugada e da solidão, o sorriso já amarelado desaparece.
Todos os dias, quando ninguém mais vê ou escuta, pode cair sem ninguém notar.
E dorme assim.
Acorda assim.
Vive assim.
Até que em qualquer outro dia não seja tão forte.
E o falso sorriso acabar não notando a sua mentira.
Fantasma da sua vida e insônia da minha.
Nenhum comentário:
Postar um comentário