O medo de um fim sempre foi real.
Fim
da vida
da relação
do contato
da memória.
Até que o medo de acabar interfira no modo de viver o presente.
E de fato acaba... perdendo o que vale a pena ser mantido.
Só então perceber que soltar, acabar, finalizar
não é sinônimo de vazio.
Mas perder... aí sim, é um vazio.
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