As coisas já não são fáceis, as pessoas já não conseguem mostrar o que pensam, então prefiro ser mais simples. Mais fácil de ser entendida, pelo menos a partir de agora. Não dizer o que incomoda apenas me faz mal. Compreendemos do jeito que queremos. É raro sermos decifrados do jeito que realmente somos ou queremos mostrar. Sem mais enigmas, indiretas, tentativas de ser complexa. Serei apenas eu. Nada de extraordinário. Sem esconderijos, sem omissões, sem manter preso o que quero libertar. Claro que tudo isso em sua medida certa, sem exageros ou assustador ao ponto de afastar. Antes até achava que manter meus mistérios seria algo bom, algo que atraisse. Mas ao fechar o que realmente penso e sinto estou me fechando por completo, e não deixando quem quiser realmente conhecer do que sou feita. Aberta... uma coisa que sempre foi árduo fazer por puro medo. E agora o medo que tenho é de não conseguir olhar pra frente sem ter esse sentimento pesado comigo. Engraçado que não é apenas um sentimento, mas o peso é o mesmo, só que maior.
domingo, 26 de junho de 2011
sábado, 25 de junho de 2011
Promessas
Difíceis. Muitas. Algumas cumpro. Outras não consigo tanto, mas as novas tem um significado... pesado. Devem ser cumpridas e serão. Elas são diferentes das outras, não que as outras não sejam importantes ou necessárias, mas essas são destaques por uma questão de sustentação. Não sei, talvez possa dizer que elas irão me ajudar mais do que eu. Só preciso manter em mente que nenhuma pode ser quebrada. Nenhuma. E mesmo sendo outra promessa, tudo bem. Juro manter as promessas. Custe o que custar.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Pensando pequeno
Acredite, nada foi dito com o intuito de afastar ou mostrar desinteresse. Muito pelo contrário. Só tenho esse enorme problema de não saber explicar o que se passa aqui dentro. Continua sendo coisas grandiosas e, se me permite dizer, honestas, mas elas não importam mais...
quarta-feira, 22 de junho de 2011
A place for my head
I watch how the moon sits in the sky on a dark night,
Shining with the light from the sun,
And the sun doesn't give light to the moon, assuming
The moon is gonna owe it one.
Linkin Park
Shining with the light from the sun,
And the sun doesn't give light to the moon, assuming
The moon is gonna owe it one.
Linkin Park
Frustração
Não sei a causa disso, nem a razão de continuar sem resolução. Só sei que afeta, e muito. Não entendo esse peso, essa vontade conflitante de falar tudo e ao mesmo tempo ficar tão quieta ao ponto de não ouvir a própria respiração. Eu não sei se é acumulativo, provavelmente deve ser, mas é incrível a maneira de desaparecer tão rápido e devastar lentamente. Eu não sei o que fazer, e não quero causar mais conflitos. Esse peso me prende no mesmo lugar de sempre, não consigo melhorar nem sequer um pouco. Talvez tenham razão, sou mesmo aquela criança de anos atrás que pensava demais e demonstrava de menos. Demonstrava de menos? Para mim parecia mostrar até a alma. Devo deixar claro então, tão claro quanto penso. O problema é que não tenho nenhum pensamento esclarecido. E depois que demonstro nada faz sentido. Apenas confirma o fato de eu não ter razões ou motivos para as minhas ações. É a confirmação que na verdade nada aconteceu, eu que interpreto o mundo de outro jeito e acabo sentindo demais os efeitos.
terça-feira, 21 de junho de 2011
The mirror game
Let's play a game, and it's not a funny one. It starts with one good action and a bad answer. Then this bad answer is reflected and form more answers, but they get worse. One is copying the other, and it goes quickly. Never trying to win, only trying to hurt. And it does perfectly. Why are they both doing harm? I don't know. They understand something and just copy the action, not bothering with questions 'cause it could bring worse things. If it's possible. The game ends when one side gets tired and crack.
Assinar:
Postagens (Atom)