sábado, 30 de julho de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Oculto
'O que essa paisagem te lembra?'
Começa pelas árvores do filme Pocahontas e como aquela velha árvore me traz tranquilidade. Como aquela música parece ser apropriada ao momento. Uma epifania virá, basicamente isso. Aquela lua vira um sol, mas o prefiro como lua. E ela gira até me levar nas paisagens de estrelas e galáxias que tanto me facinam. Vejo as cores que mais amo, e como elas amam entre si. Vejo no interior da casca grossa a mais delicada pele. Lembro o caminho que quero percorrer para o destino que não sei, ou o destino que quero percorrer para o caminho que não sei. Lembro do que me faz sentir viva. Recordo o que me faz sentir morta, mas apenas por dentro. Sim, lembro a própria indiferença que tanto abominei alojando-se em mim e a tentativa de colocar nomes em coisas que não entendo. Lembro das tantas faces que possuo e como ao mesmo tempo elas podem ser tão honestas. Não gosto de nenhuma, e a única que me orgulho estou a eliminando pouco a pouco. Creio que já perdi a verdadeira... ou ainda não a encontrei de fato. Tudo isso passou em minha cabeça, mas uma das minhas faces, com medo e preguiça de explicar algo tão inútil a todos, apenas disse:
' Não sei. Eu realmente não sei'.
Começa pelas árvores do filme Pocahontas e como aquela velha árvore me traz tranquilidade. Como aquela música parece ser apropriada ao momento. Uma epifania virá, basicamente isso. Aquela lua vira um sol, mas o prefiro como lua. E ela gira até me levar nas paisagens de estrelas e galáxias que tanto me facinam. Vejo as cores que mais amo, e como elas amam entre si. Vejo no interior da casca grossa a mais delicada pele. Lembro o caminho que quero percorrer para o destino que não sei, ou o destino que quero percorrer para o caminho que não sei. Lembro do que me faz sentir viva. Recordo o que me faz sentir morta, mas apenas por dentro. Sim, lembro a própria indiferença que tanto abominei alojando-se em mim e a tentativa de colocar nomes em coisas que não entendo. Lembro das tantas faces que possuo e como ao mesmo tempo elas podem ser tão honestas. Não gosto de nenhuma, e a única que me orgulho estou a eliminando pouco a pouco. Creio que já perdi a verdadeira... ou ainda não a encontrei de fato. Tudo isso passou em minha cabeça, mas uma das minhas faces, com medo e preguiça de explicar algo tão inútil a todos, apenas disse:
' Não sei. Eu realmente não sei'.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
(In)atingível coisa-sem-nome
São coisas que me fazem bem, sabe? Independe da realidade e do mundo, essas pequenas coisas me fazem acreditar em algo maior e melhor. Como se houvesse um propósito absoluto para ser cumprido e talvez eu esteja no caminho certo. Algo pelo qual vale a pena lutar. São filmes, músicas, momentos, paisagens, vídeos, fotos que mostram o quanto isso me comove. É a expressão dessa tal coisa inexplicável concretizada em gotas de esperança. Enchem meu peito e meus olhos. Como se as coisas fossem se resolver espontaneamente apenas pelo fato de eu acreditar. E de fato as coisas melhoram pelo menos um pouco. Me dá forças, me lembra de que eu sou humana e tem muita coisa em mim que transborda. E aí pela primeira vez eu tenho auto estima, pois eu me sinto especial ao me sentir comovida com coisas tão simples, e não apenas uma pessoa sensível. Viro, talvez, alguém melhor e um pouco extraordinária, alguém que por tanto tempo não acreditei e não quis ser pelo medo de estar sozinha. Essa coisa-sem-nome talvez me diferencia. É bem, bem talvez.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Nine Crimes
Leave me out with the waste,
This is not what I do.
It's a small crime,
And I've got no excuse.
Is that alright, yeah
Give my gun away when it's loaded.
If you don't shoot it how am I supposed to hold it?
Damien Rice
This is not what I do.
It's a small crime,
And I've got no excuse.
Is that alright, yeah
Give my gun away when it's loaded.
If you don't shoot it how am I supposed to hold it?
Damien Rice
terça-feira, 19 de julho de 2011
Sou do passado, presente e futuro
Nem tudo o que vemos é o que parece. Posso mostrar algo e não sentir. Posso sentir e não mostrar. Posso mostrar o que sinto, mas não necessariamente o sentido agora. Posso mostrar o que senti ao ver os sentimentos alheios. Posso mostrar o que irá me fazer sentir e o que me faz sentir nada. A questão é: nem tudo que demonstro é o que acontece no presente. E nem tudo que sinto é para uma questão apenas.
Nameless
http://www.youtube.com/watch?v=0WGF6Vl0Xoo
If I should die this very moment
I wouldn't fear
For I have never known completeness
Like being here
Wrapped in the warmth of you
Loving every breath of you
Why live life
From dream to dream
And dread the day
When dreaming ends.
If I should die this very moment
I wouldn't fear
For I have never known completeness
Like being here
Wrapped in the warmth of you
Loving every breath of you
Why live life
From dream to dream
And dread the day
When dreaming ends.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Expectativas
Não é por e muito menos de 'algos' ou 'alguéns'. É por e de mim. Nunca foi da minha personalidade ser assim, mas às vezes mudanças são precisas, apesar de sempre estarmos em transição. Pode até anular certas características, mas isso não será ruim (?). O que importa é que agora elas não são mais criadas, ou apenas se escondem onde não consigo ver nem sentir.
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