Pensara que não viria, pensara que se não fosse de primeira não surgiria na segunda. Tinha a certeza que não iria. E de tanto pensar, acabou sentindo. Os velhos sintomas que ela nunca iria dizer aparecer em campo tão desconhecido, tiveram seus primeiros sinais. Jurava que dessa vez seria diferente e suas vontades não iriam falar mais alto. Se enganou, e não sabe dizer o quanto. Tenta achar algo lógico que explique o porquê desse aparecimento inesperado. Não obtem respostas, e como as teriam se o que nasce não é lógico e sim emocional? Tenta não se entusiasmar, tenta se manter equilibrada. Sabe que se se empolgar, pode acabar caindo da corda - mais uma vez.
Por mais surpresa que esteja ela não demonstra intimidação. Continuará na mesma forma que estava, mesmo o volume sendo maior agora. Admite que o choque foi bom, fora agradável. Seu dever no momento é apenas controlar esse volume novo, esses sintomas velhos que com uma mutação se interagiram com os novos.
Por mais surpresa que esteja ela não demonstra intimidação. Continuará na mesma forma que estava, mesmo o volume sendo maior agora. Admite que o choque foi bom, fora agradável. Seu dever no momento é apenas controlar esse volume novo, esses sintomas velhos que com uma mutação se interagiram com os novos.
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