Que besteira a minha evitar lágrimas só porque creio ter caido o suficiente. Medir tristezas ou alegrias na esperança de não sentir mais nada. E mesmo sem motivo aparente elas simplesmente caem. Podemos lembrar de sentimentos passados e senti-los como se fosse presente. Talvez seja isso o ocorrido; vulnerável ao sentimentalismo, sensível a lembranças. E é por isso que compreendo tanto os outros e suas emoções, pelo fato de já ter passado. Ter receio de ser humano e ser frágil. Incrível é preferir ser assim do que viver em um vazio de frieza. Muitas vezes imploro pela indiferença, pela neutralidade, porém não conseguiria viver sem essas montanhas russas de sentimentos. Não é ter uma vida dramática, pois seria uma farsa exagerada. Seria simplesmente o amor em todas suas formas e jeitos. Essa habilidade por si própria é arrebatadora e mais importante ainda, verdadeira.
Aprender a não ter receio de sentir. Não há nada de errado em deixar fluir. Não há nada de errado em se sentir viva, mesmo se para isso haja dores ou sorrisos. Não quero me sentir vulnerável para não ser atingida, mas nunca estive salva. Sempre no meio do alvo, apenas esperando algo atingir em cheio.
sua linda, se eu já não fosse apaixonada por você como eu sou eu me apaixonaria só por ler seu blog!
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