O desafio que atrai.
O perigoso que fascina.
O errado que atiça.
O carnal que pede mais.
A discussão que vira beijo.
O beijo que esquece ser errado e subitamente mata a vontade junto com a razão.
Quando se dá por si, sua consciência volta a gritar o quão destrutivo é, nesse momento vem o incômodo de segurar sua impulsividade.
Ter que se conter novamente. Fazer o que é certo.
Quando o certo traz insatisfação e o errado traz prazer, o que fazer?
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