sexta-feira, 11 de maio de 2012

Corpse Bride

If I touch a burning candle I can feel no pain. If you cut me with a knife it's still the same. And I know her heart is beating, but I know that I am dead. Yet the pain here that I feel, try and tell me it's not real. But it seems that I still have a tear to shed.
if I touch a burning candle I can feel no pain. In the ice or in the sun it's all the same. Yet I feel my heart is aching, though it doesn't beat, it's breaking. And the pain here that I  feel, try and tell me it's not real. I know that I am dead... yet it seems that I still have some tears to shed.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Violence

Six bottles went down the drain
One hour's a waste of time
I'd ask if you feel the same
Still pushin' that chance to try.

Your breath in this cool room chill
Long hair that blows side to side
You speak and make time stand still
And each time you walk right on by.

Like violence you have me forever and after
Like violence you kill me forever and after.

Can't count all the eyes that stare
Can't count all the things they see
She kills with no life to spare
Just victims are left to bleed.

One drink and the pain goes down
Soft shadows lay by her feet
Lay soft as you slowly drown
Lay still as you fall asleep
(fall asleep).

Like violence you have me forever and after
Like violence you kill me forever and after.

Who'll stand by your side? So watch my eyes. Watch 'em turn while you go change. Curtains down. When all their skill was cut, and I bled. There were forces of John Jones. I can't make you happy. It seems all I'll ever do is try. You could never cut me deep enough to leave a scar. So take this gift. It's somethin to save.

My dearest,

I've missed you very very much since that last night we were together and will hold that night especially in my memories for years to come. I've been turning it over and over in my mind lately. I've read you're letter through at least 4 times and will probably read it more times before I'm through. I've been sitting here, looking at you're picture and getting more home sick every minute. I've wanted that picture more than anything else I know of except of course you, yourself. I keep thinking of you darling, I keep wishing I could be home with you. I want to leave in the worst possible way so I could come home to see you, but things don't look to good on that subject. This war has spoiled a lot of things for everyone I guess. I've never been so lonesome in my life as I am right now. I'm completely lost without you darling, I never realized I could miss anyone person so much. I just hope it won't be too much longer till I'm able to be with you again and live a sane and normal life.

Blink 182

terça-feira, 8 de maio de 2012

Nada Que Te Diz Respeito

Leva eu, leva eu, leva.
Leva eu, leva eu, leva.
Nada que te diz respeito eu consigo jogar fora
E o tempo que era pra levar faz existir.
Carrego vivas na lembrança marcas de um passado
Que não vão embora.

Nada que te diz respeito eu consigo jogar fora
O que é que eu vou fazer
Pra acabar com esse tormento?
O que é que eu vou fazer
Pra por um fim nesse lamento?
O que é que eu vou fazer
Pra te ver fora do meu mundo?
O que é que eu vou fazer?

Eu vou riscar seu nome do caderno
E vou rezar aos santos e orixás
Pra ver se um novo amor me acontece
E o seu que vá morar em outro lugar.

O que é que eu vou fazer
Com as coisas que você deixou?
O que é que eu vou fazer
Com as outras que você levou?
O que é que eu vou fazer
Pra te ver fora desse mundo?
O que é que eu vou fazer?

Leva eu, leva eu, leva.
Leva eu, leva eu, leva.
Roupa de cama, taça de vinho
Descanso de prato e a tv, e o disco de vinil
Porta retrato e na cama espaço
O laço, o abraço e o beijo que você partiu.

O que é que eu vou fazer
Pra por um fim nesse lamento?
O que é que eu vou fazer
Pra acabar com esse tormento?
O que é que eu vou fazer
Pra te ver fora desse mundo?
O que é que eu vou fazer?
Leva, leva , leva eu.
 Leva, leva , leva eu.
 Levou.

Diogo Poças

sábado, 5 de maio de 2012

Quartzo rutilado

Não é uma obrigação, um dever ou uma ordem. Vem de dentro. Vem sozinho e (in)voluntário. Caso tiver, mostre. E se não existir, avise. Muitas vezes deixamos pra depois pela indiferença, mas a notificação é necessária. É uma consideração, um bom senso e respeito. Quando importa, por menor que seja, tem cuidado. E quando há descaso, incomoda.
Então cuide do jeito que for. Considere do seu jeito. Respeite pelo o que sou. Meu cuidado permanece aqui. Acredite quando eu digo.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Caiu

A espera não é mais viável. Nunca tinha sido. Apenas montanhas russas de uma mente só. O freio estava sendo carregado em suas mãos, apenas tinha medo de puxá-lo. É o certo a se fazer. Não, é a única opção. E dessa vez sem cortar caminhos. Pegar o caminho mais longo não necessariamente é o pior. Afinal, foi para isso as longas pernas.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Sonho de um futuro não distante

Nunca os quilômetros foram tão desejados. O tempo parado transformado em suspiro. Um desejo imaginado que por segundos é realidade. O cenário de uma tão esperada visão de uma vida futura. Uma fuga que deixaria de ser válvula de escape e viraria cotidiano não enjoativo. Na visão nada iria pesar sobre os ombros ou o peito. A sensação quando nos envolvemos na história e esquecemos do resto. Algo grandioso o bastante para motivar e fazer boa toda e qualquer situação.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Apenas mais uma frustração momentânea

Quem iria imaginar que naquele sorriso se alojava uma fatalidade pessoal? Naquele olhar poderia haver rancor, mesmo sem o direito, porém com toda a força. E em questão de horas ou dias tudo isso passaria até o próximo encontro com o indesejado inevitável. O que alivia é saber que nada é para sempre. Alguma hora não será mais latente, e finalmente poderá ser livre. A indiferença será sinônimo de mim.