Iria começar com uma pergunta generalizada, mas então lembro-me de que tudo é muito independente para ser analisado como um. De minha pergunta não feita tirei pontos de vistas contrários, justamente para ter o que pensar. Vê, se me deixo sozinha, acabo em um universo paralelo que não consigo voltar só. Voltando ao assunto, pensei há instantes: somos fiéis a qual custo se, eventualmente, acabamos por trair? Não refiro apenas aos relacionamentos conjugais, mas todo e qualquer tipo de relacionamento. De certo não pude generalizar, pois nem todos cometem esse "erro". Explicando o "erro": para muitos, traição e derivados são atos comuns.
Pode me chamar de tradicional, ultrapassada e careta, mas mesmo entendendo a necessidade da quantidade que muitos tem, não consigo ver isso como algo melhor. Muitos já me contaram de suas aventuras e laços da vida. Me coloco no lugar e compreendo suas reações e atitudes, porém continuo com a minha moral - provavelmente influenciada por um certo filme e pelas tão sentidas experiências antigas - da fidelidade e respeito. Não digo que nunca faltei com estes ou que chego perto da perfeição, longe de mim essa mentira tão deslavada. Confesso já faltado com respeito muitas vezes, e mesmo em uma proporção menor, já traí pessoas que confiavam em mim. Entenda, depois dessas minhas antigas experiências, comecei a dar um valor maior as pessoas. Não somente pelo fato de ter sofrido bastante por (pelos) quem (quais) faltou (faltaram) respeito e fidelidade comigo, mas também por de algum jeito conseguir abrir meus olhos.
Mesmo a paixão sendo substâncias químicas reagindo em nossas cabeças, possivelmente sou uma tola por acreditar em algo mais complexo, mágico, pra falar a verdade. Enfim, estou tentando chegar a minha conclusão-opinião: quando sentimos essas substâncias químicas desencadeando em nós, de que vale o insignificante carnal com qualquer um quando podemos vivenciar a plenitude de algo arrebatador? Acho apenas desnecessário manter diversos relacionamentos e possíveis mágoas quando sentimos algo além de nossa compreensão. Existem pessoas que conseguem gostar (e até amar) duas ou mais pessoas ao mesmo tempo com segundas intenções. Não tiro o direito de cada um de se relacionar do jeito que bem entende, apenas sei - pelo que vivi e sinto - o quão valioso é ficar sem palavras e perder a linha de raciocínio quando determinada pessoa apenas passa pelo pensamento. Não importa a quantidade, o importante é a reciprocidade da qualidade.
Talvez seja mesmo careta e sem graça, aceito minha condição de ter padrões tradicionais e talvez centralizados. Não gosto de pensar em ser alguém com a mente fechada, embora confesso não ser muito dessa nova onda de vários amores. Apenas um me basta, um apenas me derruba. Felizmente admito essa minha outra condição: acreditar - e por sorte sentir - em algo maior e real.
Pode me chamar de tradicional, ultrapassada e careta, mas mesmo entendendo a necessidade da quantidade que muitos tem, não consigo ver isso como algo melhor. Muitos já me contaram de suas aventuras e laços da vida. Me coloco no lugar e compreendo suas reações e atitudes, porém continuo com a minha moral - provavelmente influenciada por um certo filme e pelas tão sentidas experiências antigas - da fidelidade e respeito. Não digo que nunca faltei com estes ou que chego perto da perfeição, longe de mim essa mentira tão deslavada. Confesso já faltado com respeito muitas vezes, e mesmo em uma proporção menor, já traí pessoas que confiavam em mim. Entenda, depois dessas minhas antigas experiências, comecei a dar um valor maior as pessoas. Não somente pelo fato de ter sofrido bastante por (pelos) quem (quais) faltou (faltaram) respeito e fidelidade comigo, mas também por de algum jeito conseguir abrir meus olhos.
Mesmo a paixão sendo substâncias químicas reagindo em nossas cabeças, possivelmente sou uma tola por acreditar em algo mais complexo, mágico, pra falar a verdade. Enfim, estou tentando chegar a minha conclusão-opinião: quando sentimos essas substâncias químicas desencadeando em nós, de que vale o insignificante carnal com qualquer um quando podemos vivenciar a plenitude de algo arrebatador? Acho apenas desnecessário manter diversos relacionamentos e possíveis mágoas quando sentimos algo além de nossa compreensão. Existem pessoas que conseguem gostar (e até amar) duas ou mais pessoas ao mesmo tempo com segundas intenções. Não tiro o direito de cada um de se relacionar do jeito que bem entende, apenas sei - pelo que vivi e sinto - o quão valioso é ficar sem palavras e perder a linha de raciocínio quando determinada pessoa apenas passa pelo pensamento. Não importa a quantidade, o importante é a reciprocidade da qualidade.
Talvez seja mesmo careta e sem graça, aceito minha condição de ter padrões tradicionais e talvez centralizados. Não gosto de pensar em ser alguém com a mente fechada, embora confesso não ser muito dessa nova onda de vários amores. Apenas um me basta, um apenas me derruba. Felizmente admito essa minha outra condição: acreditar - e por sorte sentir - em algo maior e real.
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