É uma lei natural da vida. Certo que muitas vezes necessário e por conta própria, mas e quando não queremos perder? A linha entre o desapego e o rejeito é muito fina. Dessa vez vem acompanhado da boa (?) e velha indiferença. Na verdade de indiferente não tem nada, pois se fosse mesmo insignificante não me daria o trabalho de fazer esforço. Existe sempre aquela exceção, obviamente, onde realmente não há a menor importância. Ah, nos outros casos a roda não gira para esse lado. O orgulho de vez em quando vem com o tradicional pensamento: 'eu que não corro! É a mesma distância'. As coisas não são simples assim. Temos que baixar a cabeça, refletir e chegar a conclusão se vale a pena ou não. O problema é a ramificação da conclusão.
Raramente não preciso de reflexões pelo simples fato de tudo em mim gritar por um sim.
Raramente não preciso de reflexões pelo simples fato de tudo em mim gritar por um sim.
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