terça-feira, 24 de julho de 2012

Uma das vontades


Arrumar o carro, levar apenas o necessário e o essencial. Não importaria o destino e nem a distância, o que interessa é a sensação de liberdade e cada segundo olhado para o céu. Não seria qualquer céu, quaisquer estrelas. Seria o mais perto de uma total escuridão, assim poderia avistar tudo. Deitaria onde fosse, levaria boas bebidas quentes, comidas (a)típicas e as melhores companhias. E no meio do nada escutariam músicas, histórias, risos e sentiriam o calor do abraço e de fortes energias. Quando o dia chegasse, por mais que a noite fosse o ideal, aproveitaria cada raio de sol, cada brisa e cada nuvem. Seria algo simples, porém perfeito. E se ao longo da viagem uma das companhias se aproximasse mais do que o esperado, aí sim chamaria de mágico.

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