Como qualquer outra promessa feita para ela, aquela não havia de ser diferente e foi quebrada. Quebrou não só a palavra como também o sorriso, um pedaço da alma que cultivava tanto afeto. Não era vítima, contribuiu para o desfecho. Atuou até as cortinas serem fechadas por outra pessoa. Devia ter dado um basta quando estava em suas mãos, mas obviamente nunca esteve em seu controle. As vontades gritavam e o racional não conseguia sequer um sussurro. Quem teve todo o trabalho de mostrar a verdade foi seus olhos que também tiveram o trabalho de diminuir a dor. Agora o esforço está no cotidiano, quem sabe ele consiga criar indiferença mesmo com a fonte de rejeições estar presente durante todas as semanas.
Apenas mais uma comprovação de que não importa o tamanho da dedicação, em questão de companhia ninguém luta sozinho. E infelizmente ela já está saturada de murros.
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