Fizeram um trato, levantaram vontades, estipularam regras e deram como bem entendido. Delimitaram ações e reações, abriram exceções e pactuaram o acordo. Tudo tão racional, uma sincronia de interesses nunca vista antes. Ambos sairam satisfeitos com o combinado, porém uma das dúvidas permanece. Entre regras e acordos, rótulos e vontades, como poderia pactuar certas ações que demandam o inevitável surgir de sentimentos?
Vivem então em pacto. Uniram o útil ao agradável. E um dos lados torce para que regras sejam quebradas, mas só se for para um outro tipo de comprometimento. Tal responsabilidade tão distante da atual capacidade de ambos, porém tão desejada secretamente por um deles.
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